O mundo não é absoluto. Não posso apontar para ele e descrevê-lo sem nenhuma sombra de dúvida. Mostrá-lo a qualquer um e esperar uma resposta afirmativa de um "você não acha?".
O mundo é de cada um de nós, separadamente. Mundos grandes, pequenos, longínquos, dúbios, controversos. Tudo isso do lado de fora. Para quem está dentro, o mundo é mundo e ponto final.
Como criamos esses mundos é um processo mágico, cheio de pormenores.
Admirável mundo meu. Admirável mundo nosso.
Não ousemos questionar mundos se não questionamos o nosso primeiro.
domingo, 4 de novembro de 2007
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